A importância do site enquanto ferramenta para a construção da imagem positiva dos sindicatos

Jordana de Souza Cavalcante

Resumo


Este artigo tem como objetivo principal contribuir para o aumento das discussões sobre a relevância do uso do site oficial pelas assessorias de comunicação na rotina de divulgação dos sindicatos. Em particular, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Roraima (Sinter), que apesar de ter página oficial na internet e assessor de comunicação, não desfruta de uma imagem positiva perante a opinião pública. Para a realização desta pesquisa foi feito um levantamento bibliográfico acerca da temática e uma análise qualitativa do conteúdo informativo disponibilizado pela entidade sindical mencionada na rede mundial de computadores. Tendo em vista a expansão das assessorias de comunicação no Brasil, que estão ganhando mais espaço dentro de empresas privadas, setores públicos e organizações do terceiro setor, é importante que se avalie o impacto desse crescimento também nas organizações das classes trabalhadoras. Quase não há pesquisas nessa área. Principalmente quando o assunto é o uso das novas tecnologias de comunicação. 


Palavras-chave


comunicação, jornalismo, assessoria.

Texto completo:

PDF

Referências


ARAÚJO, Silvia Maria Pereira de. Imprensa sindical: instrumento de ação e objeto de conhecimento (1977-1990). São Paulo: 1991. Tese (Doutorado em Ciências da Comunicação) – Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo.

CARVALHO, Guilherme. Muito além do jornal: a nova imprensa sindical in Estudos em Jornalismo e Mídia. Vol. 10 Nº 1 – Janeiro a Junho de 2013.

CRUZ, Victor Martin da. Internet na comunicação sindical. Monografia de especialização. Universidade de Taubaté, 2010.

DE RÉ, César. Formas de Atuação de Entidades Sindicais do Rio Grande do Sul: Estudo Comparativo entre Sindicatos Vinculados à CUT e Força Sindical. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2000.

DESLAURIERS J. P. Recherche qualitative: guide pratique. Québec (Ca): McGrawHill, Éditeurs, 1991.

ERBOLATO, Mário L.. Técnicas de Codificação em jornalismo, redação, captação e edição de jornal diário. São Paulo: Editora Ática, 2008.

FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. São Paulo: Contexto, 2003.

FERREIRA, Maria Nazareth. Imprensa Operária no Brasil. São Paulo: Ática, 1988.

FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002. Apostila.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

KOPLIN, Elisa & FERRARETO, Luiz Arthur. Assessoria de Imprensa – teoria e prática. Porto. Alegre: Editora Sagra Luzzato, 2002.

MIANI, Rozinaldo Antonio. A charge na imprensa sindical: uma iconografia do mundo do trabalho. 2002. Disponível em: . Acesso em 03 de outubro 2016 às 14:20.

MIRANDA, Maria Bernadete. História do Sindicalismo no Brasil. In: Revista Virtual Direito Brasil – Volume 5 – nº 1 – 2011. Acesso em 04 de outubro de 2016 às 10:46.

MUNHOZ, Dércio G. Economia Aplicada. Técnicas de Pesquisa e Análise Econômica. Brasília: Editora UnB, 1989.

PINHO, J.B. Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação on-line. São Paulo: Summus, 2003.

PRADO, Magaly. Webjornalismo. LTC: Rio de Janeiro, 2011.

RODRIGUES, Adriano Duarte. Estratégias da comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 1990.

SANTIAGO, C. ; GIANNOTTI, V. Comunicação sindical - falando para milhões. Petrópolis: Vozes, 1997.

VELOSO, Pedro Miguel Wortmann. Webjornalismo e entretenimento: as dinâmicas de produção de conteúdo do site buzzfeed. Porto Alegre : Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2014.

ZAIDAN, Thiago. Jornalismo na marra, 2015. Disponível em: . Acesso em 24 de janeiro de 2017.




Direitos autorais 2017 JORDANA DE SOUZA CAVALCANTE

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

 

NOVA CHAMADA | e-COM

Até o dia 15 de dezembro de 2017, a revista e-Com (www.unibh.br/revistas/ecom) recebe artigos, resenhas, traduções e entrevistas para sua próxima edição (v. 10/nº 2/2017).

DOSSIÊ 

 “JORNALISMO & LITERATURA: MARGENS E IMAGENS

 

O dossiê do próximo número terá, como editor convidado, o professor e escritor Leo Cunha, do UniBH.

 



Maurício Guilherme Silva Jr.

Editor-chefe da revista e-Com

[ecom@unibh.br / www.unibh.br/revistas/ecom]

Normas da publicação


1. A revista e-Com (www.unibh.br/revistas/ecom) aceita artigos, resenhas e entrevistas para publicação. Todos os textos devem ser inéditos em sua especialidade: resultados de pesquisas; resenhas e recensões críticas de obras científicas recém-publicadas nas áreas de mídia, cultura, sociedade, novas tecnologias, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, semiótica etc. (Obs.: Não serão aceitos capítulos de dissertações ou teses em que essa condição possa ser constatada no texto.)

2. O material para publicação deverá ser encaminhado, por meio eletrônico, após cadastro do autor do endereço eletrônico da revista: www.unibh.br/revistas/ecom

3. Todos os trabalhos deverão ser enviados, por meio do programa Microsoft Word for Windows, em fonte Times New Roman, corpo 12 e espaço 1,5.

4. De cada autor ou conjunto de autores, só será aceito, para publicação, um artigo por ano.

5. O(s) autor(es) deve(m) ser graduado(s), mestre(s) ou doutor(es). Não serão aceitos trabalhos de alunos sem a coautoria de seus respectivos orientadores.

6. Os trabalhos encaminhados devem ter de 10 a 20 páginas.

7. O material a ser publicado deve ser acompanhado de folha de rosto, com indicação de título; autor ou autores; instituição em que trabalha cada autor e atividade exercida na referida instituição; titulação acadêmica de cada autor; e-mail para contato.

8. Artigos e resenhas devem ser formatados em página A4, com espaçamento 1,5 e em fonte Times New Roman, 12. No caso de artigos, os textos devem ter de 10 a 20 páginas; no caso de resenhas, o limite são 5 páginas. Os artigos precisam conter:

a) Título (a expressar o conteúdo e a ideia geral do texto);

b) Resumo de até 10 linhas, em português;

c) Palavras-chave;

d) Nome do autor;

e) Em nota de rodapé, deve constar a titulação e a instituição da maior titulação do(s) autor(es), programa(s)/instituição(ões) ao(s)/à(s) qual(is) está(ão) vinculado(s) e e-mail.

f)  Pede-se, ainda, um abstract, em inglês, de até 10 linhas, para fins de indexação.

g) Também é preciso revelar se o texto já foi apresentado em congressos, simpósios, seminários etc.

h) As referências bibliográficas (Exemplo: SOBRENOME, Nome. Título do Livro. Cidade: editora, ano.) devem aparecer, em ordem alfabética, ao final do artigo.

9. Ilustrações, gráficos e tabelas (indicar a fonte quando não forem originais do trabalho), com as respectivas legendas e/ou numerações, deverão vir em folhas separadas, indicando-se, no texto, o lugar onde devem ser inseridos.

10. As notas de rodapé devem figurar ao pé da página em que seu número aparece. As notas de indicação bibliográfica, em pé de página, devem ser apresentadas observando-se a seguinte norma: sobrenome do autor em maiúsculas, título do livro ou texto consultado e número da página.

11. As referências deverão aparecer completas, ao final do artigo, em ordem alfabética de sobrenome de autor, atendendo-se às regras para indicação bibliográfica, conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), cujos elementos básicos especificamos a seguir:

Citação de artigo de revista deverá conter: autor(es) do artigo, título do artigo, título da revista grifado, local da publicação, número do volume, número do fascículo, páginas inicial e final do artigo citado, mês e ano da publicação;

Citação de capítulo de livro deverá conter: autor(es), título do capítulo, organizador(es) da coletânea, título do livro grifado, número da edição (a partir da segunda), local de publicação, editora, data, página inicial e final do capítulo.

Citação de livro deverá conter: autor(es), título grifado, número da edição (a partir da segunda), local de publicação, editora, data, número total de páginas.

12. As páginas deverão ser numeradas na margem superior direita.

13. O material deverá vir devidamente revisado pelo autor. A Comissão Editorial terá direito de realizar nova revisão e alterações necessárias.

14. Os autores serão informados sobre a publicação ou não de seus artigos, desde que forneçam endereço eletrônico. A Comissão Editorial não se responsabilizará pela comunicação dessa informação aos autores que tiverem as mensagens eletrônicas a eles endereçadas devolvidas pelos provedores, por razões alheias à própria Comissão. Não serão emitidos, nem remetidos aos autores, pareceres escritos sobre artigos não aceitos.

 

ISSN: 1983-0890 | Qualis B5