TELEDRAMATURGIA DE ANIMAÇÃO PARA ROTEIRISTAS

Iara Sydenstricker

Resumo


A partir da criação de uma bíblia para série de animação infantil para TV, o trabalho discute a relação entre dramaturgia e técnicas de animação e busca compreender como se estabelecem os vínculos entre dramaturgo, animadores e
personagens, tendo em vista o fato de não haver atores em cena, nem mesmo palco, cenário ou locação reais. Até que ponto a intermediação da técnica de animação interfere na criação dramatúrgica? O artigo defende a dramaturgia como um dos mais importantes alicerces dos programas audiovisuais de ficção, não importando para qual veículo ou técnica se destine.

Palavras-chave


Teledramaturgia; animação; roteiro.

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NOVA CHAMADA | e-COM

Até o dia 15 de julho de 2019, a revista e-Com (http://revistas.unibh.br/index.php/ecom) recebe artigos, resenhas, traduções e entrevistas para sua próxima edição.

(v. 12/nº 1/2019).

 

O dossiê do próximo número terá, como editora convidada, a professora e pesquisadora Luana Cruz (CEFET-MG | Centro Universitário Newton).

DOSSIÊ 

 “EDIÇÕES & MEDIAÇÕES

Processos de edição em imagem, som e texto auxiliam a definição de dimensões narrativas em diversos formatos. Funcionam, ainda, como forma de mediação apta a estimular diálogos entre produtores e consumidores de conteúdo(s). A cada época de transformação das linguagens e da comunicação, tons diferentes são vinculados às produções, de modo a refletir a história da sociedade. Fundamental, pois, é enxergar os resultados de tais produções como vasto campo, no qual mistura-se, como forças legitimadoras, uma série de jogos de interesses, apostas materiais e simbólicas. Pensar em redes de sociabilidade, fluxos editoriais, autoria, circulação e produção de sentido, portanto, ajuda-nos a refletir sobre “modos de fazer” – dos quais emergem padrões produtivos e a partir dos quais é possível discutir perspectivas editoriais inovadoras e/ou tradicionais, bastante importantes aos mecanismos de comunicação social.

Maurício Guilherme Silva Jr.

Editor da revista e-Com

 

Luana Cruz

Editora convidada

 

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a) Título (a expressar o conteúdo e a ideia geral do texto);

b) Resumo de até 10 linhas, em português;

c) Palavras-chave;

d) Nome do autor;

e) Em nota de rodapé, deve constar a titulação e a instituição da maior titulação do(s) autor(es), programa(s)/instituição(ões) ao(s)/à(s) qual(is) está(ão) vinculado(s) e e-mail.

f)  Pede-se, ainda, um abstract, em inglês, de até 10 linhas, para fins de indexação.

g) Também é preciso revelar se o texto já foi apresentado em congressos, simpósios, seminários etc.

h) As referências bibliográficas (Exemplo: SOBRENOME, Nome. Título do Livro. Cidade: editora, ano.) devem aparecer, em ordem alfabética, ao final do artigo.

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ISSN: 1983-0890